segunda-feira, 20 de outubro de 2014

23º Salão Curitibano de Artes Visuais

Com entrada franca, exposição pode ser conferida pelo público até o dia 16 de novembro
Nilva Amália e Marina Pasetto, o artista plástico Douglas Krieger e a jornalista Alice Varajão. Foto de Cinthya Hein
Presidente do Clube Curitibano, José Antonio Baggio, e primeira-dama, Andrea Baggio, diretor de Cultura, Odilon Merlin, e esposa Andrea Merlin. Foto de Cinthya Hein.
O Diretor Teatral e empresário George Sada com a multimída Yumi Okamura. Foto de Alice Varajão.
Em apoio às artes plásticas, foi aberta na quinta-feira, 16,  a 23ª edição do Salão Curitibano de Artes Visuais. A exposição conseguiu reunir nomes consagrados e novos talentos, democratizando a cultura e mesclando diversas técnicas. O diretor de Cultura do Clube Curitibano, Odilon Merlin, relembrou a tradição do evento, realizado desde 1990. Naquela época, o Salão era composto apenas por obras dos associados e, desde a última edição, há dois anos, foi aberto à participação da comunidade artística brasileira. Com isso, a edição deste ano recebeu recorde de inscrições, com mais de 600 obras inscritas de 197 artistas de seis Estados. 

Instalação inovadora com fitas adesivas ganha prêmio 
Obra vencedora em foto de Cinhtya Hein.
Quem teve a missão de selecionar todas essas obras e apontar os premiados foram a curadora do Salão, Tania Zaruch, e os jurados Daniel Katz, Débora Santiago e Elizabeth Titton. 
O grande vencedor do Salão Curitibano de Artes Visuais, que recebeu o Prêmio Domício Pedroso, foi Giovanni Ferreira, que trouxe uma instalação contemporânea feita com fitas adesivas. A concepção da obra forma uma verdadeira ‘teia’, cujas tramas instigam à percepção das tensões no espaço, que se alastram em diversas direções. Por ser idealizado especialmente para a mostra, o espaço torna-se único. De acordo com o artista, sua técnica pretende criar volume ao ar, material intangível que ganha materialidade na obra de Ferreira. 

Menção honrosa - estilo naïf 
O segundo lugar com o Prêmio Guido Viaro foi para a artista e gravadora Lahir Ramos, que trouxe arte criada por meio da foto modificada digitalmente, uma tendência de arte cada vez mais consolidada. O terceiro lugar com o Prêmio Adalice Araujo coube ao artista plástico Luiz Lavalle Filho. Entre as menções honrosas, que foram destinadas aos associados do Clube Curitibano, estão Marisa Vidigal, que traz a linguagem artística “art naïf”, Constance Pinheiro e Nicole Gulin. 

A exposição fica aberta à visitação para sócios e para o público em geral até o dia 16 de novembro de segunda a sexta das 9h às 19h, sábados das 9h às 18h e domingos das 10h às 15h. O Salão Curitibano de Artes Visuais está na sede do Clube Curitibano, localizada na Avenida Getúlio Vargas, 2857, Água Verde, Curitiba. A entrada é franca.

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